2026-01-24
Inês Magalhães | 16:00H

Nesta exposição, o desenho torna-se ritual — uma meditação física sobre a presença, o ritmo e a entrega. Usando ambas as mãos e canetas esferográficas pretas, Inês cria formas densas e abstratas que emergem do movimento, do som e da repetição. Estes desenhos não são planeados; revelam-se de forma instintiva, como vestígios de transe. Criadas em silêncio ou ao vivo, cada obra é um registo de consciência incorporada. Para a artista, desenhar é regressar — sempre — ao agora. Na inauguração, Inês criará uma nova obra ao vivo, num gesto de quietude em movimento. Onde Começa a Linha é uma meditação sobre os ciclos — da criação à destruição, da vida à morte — e a linha que tudo atravessa.


Inês é uma artista transdisciplinar que atualmente investiga temas como a presença, o movimento, a atenção e a percepção. No desenvolvimento de uma linguagem visual própria, procura explorar formas de traduzir conceitos complexos — como a dualidade ou a consciência — através de símbolos e narrativas que estabeleçam pontes entre o pensamento e a matéria, entre o invisível e o visível, entre a ideia e a sua manifestação.

2026-01-24
Inês Magalhães | 17:00H

Onde Começa a Linha — Criação, Destruição, Vida e Morte


Nesta exposição, o desenho torna-se ritual — uma meditação física sobre a presença, o ritmo e a entrega. Usando ambas as mãos e canetas esferográficas pretas, Inês cria formas densas e abstratas que emergem do movimento, do som e da repetição. Estes desenhos não são planeados; revelam-se de forma instintiva, como vestígios de transe. Criadas em silêncio ou ao vivo, cada obra é um registo de consciência incorporada. Para a artista, desenhar é regressar — sempre — ao agora. Na inauguração, Inês criará uma nova obra ao vivo, num gesto de quietude em movimento. Onde Começa a Linha é uma meditação sobre os ciclos — da criação à destruição, da vida à morte — e a linha que tudo atravessa. 


Inês é uma artista transdisciplinar que atualmente investiga temas como a presença, o movimento, a atenção e a percepção. No desenvolvimento de uma linguagem visual própria, procura explorar formas de traduzir conceitos complexos — como a dualidade ou a consciência — através de símbolos e narrativas que estabeleçam pontes entre o pensamento e a matéria, entre o invisível e o visível, entre a ideia e a sua manifestação.

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