Julho 2019

“Discovery: through the eyes of the beholder” é a exposição da artista canadiana Sze Lau, que conta com algumas das obras mais icónicas do seu portfolio.

A frase escolhida para tema desta exposição sintetiza aquilo que a artista pretende transmitir e estimular em quem observa as suas obras, uma vez que Sze constrói as suas composições pictóricas inspirando-se em momentos, objetos e lugares que habitam ou já habitaram o seu quotidiano, e eterniza-os através da sua expressão artística, conferindo-lhes a sua interpretação interior e singular.

De cores vibrantes e de formas, ora concretas, ora abstratas, que por vezes se fundem com o plano de fundo, as obras de Sze conseguem criar de imediato uma forte empatia com o observador, remetendo o mesmo às suas próprias memórias de tempo e espaço , e originam por consequência, múltiplas interpretações, todas elas dependentes de quem está diante da obra de arte em questão.

 

Sze King Lau nasceu em 1976 em Hangzhou, na China, e o seu interesse pela criação artística despoletou através da exploração da cor, aliada à sua paixão pelo design de moda.

Professores e críticos de arte perceberam rapidamente o seu potencial, o que serviu de incentivo para a artista explorar com entusiasmo diversos temas e linguagens, desde formas abstratas a formas mais realistas. Sze representa, na sua maioria, objetos comuns como flores em jarras, ou paisagens citadinas ou naturais, como é o caso das auroras boreais, e confere-lhes através da sua perceção interior, novas formas e disposições no espaço.

Sze já foi homenageada por diversas instituições internacionais, tais como, a Societé des Artistes Indépendant e a Canadian Delegation, e ganhou prémios internacionais como o ‘The Milan International Art Award’ e o ‘Francisco Goya International Award’. As suas obras já foram expostas no Carrousel du Louvre, em Paris.  e em galerias e museus em Itália, França, Estados Unidos, China e Canadá e agora, pela primeira vez em Portugal.

Julho 2019

“Discovery: through the eyes of the beholder” é a exposição da artista canadiana Sze Lau, que conta com algumas das obras mais icónicas do seu portfolio.

A frase escolhida para tema desta exposição sintetiza aquilo que a artista pretende transmitir e estimular em quem observa as suas obras, uma vez que Sze constrói as suas composições pictóricas inspirando-se em momentos, objetos e lugares que habitam ou já habitaram o seu quotidiano, e eterniza-os através da sua expressão artística, conferindo-lhes a sua interpretação interior e singular.

De cores vibrantes e de formas, ora concretas, ora abstratas, que por vezes se fundem com o plano de fundo, as obras de Sze conseguem criar de imediato uma forte empatia com o observador, remetendo o mesmo às suas próprias memórias de tempo e espaço , e originam por consequência, múltiplas interpretações, todas elas dependentes de quem está diante da obra de arte em questão.

 

Sze King Lau nasceu em 1976 em Hangzhou, na China, e o seu interesse pela criação artística despoletou através da exploração da cor, aliada à sua paixão pelo design de moda.

Professores e críticos de arte perceberam rapidamente o seu potencial, o que serviu de incentivo para a artista explorar com entusiasmo diversos temas e linguagens, desde formas abstratas a formas mais realistas. Sze representa, na sua maioria, objetos comuns como flores em jarras, ou paisagens citadinas ou naturais, como é o caso das auroras boreais, e confere-lhes através da sua perceção interior, novas formas e disposições no espaço.

Sze já foi homenageada por diversas instituições internacionais, tais como, a Societé des Artistes Indépendant e a Canadian Delegation, e ganhou prémios internacionais como o ‘The Milan International Art Award’ e o ‘Francisco Goya International Award’. As suas obras já foram expostas no Carrousel du Louvre, em Paris.  e em galerias e museus em Itália, França, Estados Unidos, China e Canadá e agora, pela primeira vez em Portugal.

Novembro 2019

Só quem é do Porto, ou já visitou o Porto, é que sabe o que é pertencer à história desta cidade. Ao azul do mar, ou do rio, ao cinzento do céu de Outono, ou ao laranja dos finais de tarde solarengos.

São estas e muitas outras as sensações que são sugeridas nesta exposição do fotógrafo João Torres Neves, e que foram realizadas quando regressou à sua cidade natal depois de ter passado uma temporada em Vila Real. Foi neste momento que o fotógrafo encontrou um Porto povoado de contrastes: ora pela exuberância do turista, ora pela simplicidade, e até mesmo precariedade, do habitante local.

Aqui, a ausência, a presença, a solidão, a multidão, o tempo ou a falta dele, passeiam de mãos dadas pelo espaço expositivo e pretendem enaltecer através das cores, dos contrastes, das texturas e cenas representadas, o que faz da nossa cidade um lugar tão querido por todos aqueles que nele vivem ou o visitam.

Nascido em 1987 na cidade do Porto, João Torres Neves licenciou-se em Teatro e Artes Performativas e posteriormente em Audiovisual.

Embora admita que a sua formação está intrinsecamente ligada ao modo como sente o ato de fotografar, o fotógrafo assume que a temporada que passou fora da sua cidade, e que viveu em Vila Real, foi crucial para o trabalho que hoje nos apresenta. Isto porque porque foi no momento do “regresso a casa” que criou uma relação íntima e forte com o lugar que o viu crescer, e sentiu uma verdadeira necessidade de o retratar através da sua lente.

João Torres Neves tem como prática de trabalho o fazer “in loco”, e afirma que para si, é essencial que haja um vínculo com o lugar onde o produz. Acrescenta ainda que tem como motor de produção artística a emoção e a sensação do sítio retratado sendo que, neste caso, o Porto é para ele, em primeira estância, o lugar que influenciou o seu crescimento, e em segundo, um lugar de estudo, redescoberto agora na sua fase madura.

É ainda importante realçar que a sua fotografia é de tipologia digital “in camera”, ou seja, concebida sem qualquer manipulação, e esta prática é para ele uma experiência registada das vivências do seu dia-a-dia, que têm como intenção final a transmissão da sensação daquilo que ele vê, cheira, ouve e sente no momento e local do clique.

Setembro 2019

Per (através de) + mutação (transformação) é a exposição que convida o público a uma viagem íntima pela sua história, e que usa como veículo dessa viagem, as ilustrações da artista Sónia Borges.

Entre a rigidez e precisão da caneta preta, e a mancha fluída e confortável do castanho do café, o espetador é desafiado, em primeira instância, a transportar as personagens que habitam o plano da composição para o seu próprio universo, a sua própria realidade e o seu próprio “eu em transformação”. Depois, poderá perceber que, tal como a árvore, ele próprio também tem as suas raízes, cresce segundo uma norma, ramifica-se e alcança outros horizontes, onde podem crescer flores (sonhos) e ainda frutos (gerações seguintes).

Nestes desenhos, tudo tem uma raiz metafórica, poética e orgânica, e o observador é também assim livre de tecer as suas próprias relações com as obras, partindo ou não destas pistas.

Ao visitar esta exposição, o observador é convidado a esta (e principalmente à sua) redescoberta interior, sem deixar de dar atenção aos discretos pormenores de cor das ilustrações que, tal como na transformação do Homem, são detalhes de destaque, únicos e inesperados, que conferem a magia à grande transformação que é a vida.

Sónia Borges nasceu em 1981, em Mirandela e licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2004.  Ilustradora Freelancer, que se tem destacado pelo desenho com a caneta pilot 0.4. Os seus desenhos são conhecidos por nos contarem histórias reais.

Tem livros editados como o mais recente “Vermelho de dar Dó” (Brasil) e vários projetos de ilustração, destacando-se as Folhas de atividades para famílias que acompanham cada exposição do Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves (Porto).

Nesta exposição surpreende-nos com o uso de materiais como o café, o grafite e o acrílico em diálogo com a sua caneta pilot, numa dinâmica mais gestual, onde o processo se deixa adivinhar.

Uma alteração técnica que acompanha a inspiração da transformação, que quer ilustrar de uma forma metafórica e poética esta comparação com a natureza e em particular com as árvores.

Julho 2019

“Discovery: through the eyes of the beholder” é a exposição da artista canadiana Sze Lau, que conta com algumas das obras mais icónicas do seu portfolio.

A frase escolhida para tema desta exposição sintetiza aquilo que a artista pretende transmitir e estimular em quem observa as suas obras, uma vez que Sze constrói as suas composições pictóricas inspirando-se em momentos, objetos e lugares que habitam ou já habitaram o seu quotidiano, e eterniza-os através da sua expressão artística, conferindo-lhes a sua interpretação interior e singular.

De cores vibrantes e de formas, ora concretas, ora abstratas, que por vezes se fundem com o plano de fundo, as obras de Sze conseguem criar de imediato uma forte empatia com o observador, remetendo o mesmo às suas próprias memórias de tempo e espaço , e originam por consequência, múltiplas interpretações, todas elas dependentes de quem está diante da obra de arte em questão.

 Sze King Lau nasceu em 1976 em Hangzhou, na China, e o seu interesse pela criação artística despoletou através da exploração da cor, aliada à sua paixão pelo design de moda.

Professores e críticos de arte perceberam rapidamente o seu potencial, o que serviu de incentivo para a artista explorar com entusiasmo diversos temas e linguagens, desde formas abstratas a formas mais realistas. Sze representa, na sua maioria, objetos comuns como flores em jarras, ou paisagens citadinas ou naturais, como é o caso das auroras boreais, e confere-lhes através da sua perceção interior, novas formas e disposições no espaço.

Sze já foi homenageada por diversas instituições internacionais, tais como, a Societé des Artistes Indépendant e a Canadian Delegation, e ganhou prémios internacionais como o ‘The Milan International Art Award’ e o ‘Francisco Goya International Award’. As suas obras já foram expostas no Carrousel du Louvre, em Paris.  e em galerias e museus em Itália, França, Estados Unidos, China e Canadá e agora, pela primeira vez em Portugal.

Março 2019

Ó-Porto é uma exposição que conta com 22 ilustrações de vários emblemáticos lugares do grande Porto, todas elas da autoria de Francisca Tenreiro. Esta mostra está organizada em forma de percurso, pois a disposição de todas as obras foi pensada para que o visitante se sentisse a passear pela cidade do Porto, sem ter de recorrer a qualquer tipo de transporte ou sem ter de percorrer largos quilómetros a pé. Aqui, poderá ver a Torre dos Clérigos, a Livraria Lello e até a Foz do Douro, convivendo e comunicando com todos no mesmo lugar e no mesmo instante. E, apesar de Francisca Tenreiro usar uma linguagem minimalista, e por isso remeter imediatamente o observador às imagens típicas dos postais, fá-lo em grandes dimensões para que estas “imagens-postais” não permaneçam guardadas na gaveta, mas sim que sejam expostas num corredor ou numa sala de jantar, e para que, simultaneamente, possam ser visitadas por entidades coletivas e não individuais. Assim, pode dizer-se que todas as obras aqui apresentadas têm como finalidade suscitar  o desejo ao espetador, de fazer parte da história do ambiente ou monumento que é representado em cada obra.


Maio 2019

“I’m not a hipster” é uma exposição que conta com um conjunto de obras em madeira, tela e papel da artista Elsa Melo.

A crítica ao consumismo, (pela introdução de stencils de marcas conhecidas na composição dos quadros), é o assunto mais explorado nas obras expostas. A artista admite ainda apropriar-se desses mesmos ícones familiares para que a sua mensagem chegue facilmente ao espetador.

Por outro lado, é também através da expressão artística da Elsa que nos é permitido conhecer as personagens que habitam o seu inconsciente que, ora aparecem em primeiro plano da tela, ora se escondem no plano de fundo da mesma.

O tema desta exposição foi escolhido à luz de um desenho da artista que faz parte desta mostra, e pretende ilustrar que, embora os trabalhos aqui apresentados não correspondam claramente aos cânones clássicos das artes plásticas (como por exemplo o equilíbrio da composição ou a perfeição estética), aquilo que é criado por esta artista deve ser tido também em conta, pelo seu forte valor simbólico e pelo seu poder de questionamento.

Esta exposição pode ser visitada até ao dia 28 de Junho, e todas as obras expostas encontram-se para venda.

 Elsa Melo nasceu no Porto em 1991, licenciou-se em Cinema e Audiovisual na Escola Superior Artística do Porto, adquiriu o grau de mestre em Estudos Artísticos, na vertente de Estudos Museológicos e Curadoriais, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e começou, posteriormente, a construir o seu percurso na pintura de forma autónoma e espontânea.

A artista admite ter como principais inspirações o neoexpressionismo dos anos 80, o legado do pintor Jean Michel Basquiat, as máscaras africanas e a arte outsider, e mostra um grande interesse na exploração de diversos materiais, ainda que, por uma questão de curadoria, aqui só sejam apresentados trabalhos em papel, tela e madeira.

Elsa dá a conhecer uma forma de expressão claramente inovadora. Aqui, a apropriação da cultura Pop e a presença da figura funcionam como motor de questionamento relativo àquilo que é, nos dias de hoje, a relevância do consumismo nos diversos âmbitos do quotidiano.

Junho 2017

Nasce em Matosinhos e vive desde a infância no Porto.

Na adolescência revela vocação pelas artes sendo encaminhada para a música. Faz o Curso do Conservatório de Música do Porto. Em 1964, viaja para Moçambique, onde vive e leciona durante oito anos. Em 1974 permanece no Rio de Janeiro, mas acaba por se radicar em São Paulo. Em 1978, regressa a Portugal dedicando-se novamente ao ensino da música. Foi elemento do Conselho Diretivo da Escola Doutor Leonardo Coimbra, Filho, onde exerce funções de docente desde 1988 até 2006. Faz formação na área das artes plásticas com artistas conceituados decidindo entrar no mundo da pintura definitivamente.

Recebe um prémio da fundação Calouste Gulbenkian; faz um curso de reciclagem cultural em São Paulo, Brasil; obtém o prémio de pintura a óleo na Casa de Portugal em São Paulo; em 1978 profissionaliza-se no Porto no ensino da música; em 1972 trabalha em projetos de formação com a DREN; em 1983 participa no projeto Renascença da Cidade; em 1984 orienta estágio na área da música; coordena atividades de formação e atividades culturais no Porto; participa em projetos pedagógicos com a Fundação de Serralves etc.

Tem participado em Bienais, prémios, concursos, em diversa exposições coletivas e individuais tanto em Portugal como no estrangeiro. Encontra-se referenciada em diversas publicações.

Abril 2017

Monika Reut nasceu em 1991 em Olsztyn. vive e trabalha em Gdańsk, Polónia. É estudante na Academia de Belas Artes de Gdańsk. Em 2014 terminou a sua licenciatura na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Gdańsk. Por duas vezes fez parte do programa Erasmus e frequentou a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto por dois semestres. Colaborou com a Gdańsk School of Mural e foi co-autora de diversos murais na Polónia, Roménia e Moldávia.

Novembro 2016

David Barnes tentou procurar um método de colagem que melhor refletisse a profundidade e as camadas de cores presentes na cidade do Porto. Utilizando papel, cortiça e uma mistura criou uma forma de colagem mais escultural. Esta serie reflete os aspetos físicos da cidade da cidade assim como uma maior pureza geométrica/abstrata dos padrões que ecoam na essência da profundidade e do espaço.

Outubro 2016

Gemma Marqués nasceu em Burgos, no norte de Espanha. Desde 2009 vive e trabalha na sua própria Casa Taller, em la Guardia, Pontevedra, Galiza, Espanha. Desde criança que adorava desenhar e pintar, misturando cores, e apanhando a essência das pessoas e objetos comuns.

Em 2004 obtém a sua licenciatura em Belas Artes, centrada na pintura, na Universidade de Pontevedra.

Frequentou um curso sobre Protraitismo na Universidade Complutense em Madrid, onde obteve as melhores qualificações, sendo ela a aluna mais jovem.

Desde então, decidiu dedicar-se profissionalmente a pintar as suas próprias criações e também já pintou um cão de caça aos retratos a óleo encomendados.

Desde 2015, ela também dá aulas de arte para adultos na La Casa Taller.

Janeiro 2016

É com enorme prazer que o Gallery Hostel recebe durante o próximo mês e meio a artista Maria André e a sua presente exposição “Diversidades”.

Maria André, natural de Valongo (Porto), frequentou o curso de Tecnologia, Desenho e Pintura na Cooperativa de Ensino Polivalente Artístico – Árvore, e ainda lições com vários professores consagrados nos meios artísticos. A artista / Aguarelista iniciou a sua atividade em 1973, e possui vários trabalhos expostos em coleções, particulares e oficiais:

Exemplificando o trabalho que a artista Maria André tem vindo a realizar e expor nas melhores galerias, esta exposição é o resultado de uma expressão livre e diversificada, que a artista nos tem vindo a presentear ao longo do tempo. Desde aguarelas paisagísticas às mais variadas formas, visões naturais e abstratas, ao misto natural de tristezas e alegrias assim como de cores quentes e frias, a artista brinda-nos com mais uma exposição que se caracteriza pela sua expressão livre, profundos sentimentos, simplicidades perfeitas…

Novembro 2015

Não é por acaso, que pintar, é a meu ver: “Uma viagem, onde me sinto e expando, rumo à liberdade de ser quem sou!”

O meu trajeto profissional incluiu, muitas Escolas do Ensino Público e uma do Ensino Particular, nos Distritos de Coimbra, Leiria e Lisboa, tendo passado ainda, por inúmeros Serviços Distritais, Regionais e Centrais, nomeadamente, Direção-Escolar de Leiria, Direcção-Geral de Educação de Adultos do Ministério da Educação, na Regional de Coimbra, na Distrital de Leiria e na Distrital de Lisboa. Mais tarde, fui requisitada para a Presidência de Conselho de Ministros, onde desenvolvi variadíssimos projetos a nível nacional, designadamente no FAOJ, no IJ e IPJ, onde tive a meu cargo altas responsabilidades de serviço e governamentais.

É de facto muito gratificante descobrir-me através da pintura e por sua vez, permitir também, que ela me vá descobrindo a par e passo, uma vez que coloco todo o meu ser e o meu amor em cada tela que pinto e traço, e o policromático que nela produzo, o que, só deste modo, me faz entender, o porquê desta “ligação amorosa” que por mim soube esperar uma vida, para agora despontar com todo o fôlego e energia para o resto do meu viver!

Setembro 2015

Samantha Couto é uma artista nascida na Índia de nacionalidade portuguesa. Muito inspirada pela raça humana, pela sua natureza, comportamento, psicologia e posicionamento no universo, Samantha pretende retratar seres complexos que são independentes em todos os domínios da vida, mas que ainda assim apresentam vulnerabilidade.

O fascínio de Samantha pelo universo e por todos os seus seres começou quando criança, tal como fez simultaneamente com a sua paixão pelas cores. Hoje ela combina tanto o seu fascínio como a sua paixão, criando assim ilustrações dramáticas dos seus entendimentos com explosões de cor, forma e estrutura.

Para além dos pensamentos que vão para cada peça, os materiais e substratos de pintura utilizados são uma parte criativa do processo de criação. Com cada nova peça, é dado muito espaço à experimentação, permitindo que os materiais dominem a textura e os efeitos tácteis, criando camadas de significado dentro da pintura. Sendo capaz de trabalhar em Óleo, Acrílico e Pastel, Samantha é capaz de criar uma variedade de texturas, efeitos e visuais de qualidade.

Setembro 2015

Pedro Inácio
Nasceu em Lisboa. Museólogo e investigador na área da fotografia. Em 1984, iniciou-se na fotografia tendo realizado, em 2005, a sua primeira exposição individual. Realizou mais de meia centena de exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro (Espanha, Coreia do Sul, Roménia e EUA). Participou como júri em vários concursos de fotografia a nível nacional e internacional. Tem quatro livros editados, de diferentes temáticas, resultantes do seu trabalho fotográfico e de investigação.

Carlos Inácio
Nasceu em Lisboa. Vive em Peniche, onde exerce a profissão de Médico. Em 1973, iniciou a sua atividade fotográfica. Participou em diversas exposições individuais e coletivas de fotografia. Alguns dos seus trabalhos foram publicados em livros e revistas. Em 2011 editou, em coautoria com o seu irmão, o livro de fotografia “ O Silêncio das Cegonhas”.

Mariana Inácio
Nasceu nas Caldas da Rainha. Vive em Évora, exercendo a profissão de Médica. O seu interesse pela fotografia surge em 2008, enquanto estudante universitária. Participou em diversos concursos de fotografia e exposições coletivas.

Janeiro 2015

“ De volta às raizes” pretende ser uma amostra, um teste, uma aventura, o reviver de histórias, trazer de novo a cultura Hiphop através da música, da dança, da pintura da paz, do amor e da união.

 Adalberto Brito nasceu em Angola, mas afirma-se um português de corpo e alma. Youth One, seu pseudónmo, é um nome de referência no grande universo da arte grafiti em Portugal.

Conhecido como um dos um dos principais impulsionadores da pintura grafiti em Portugal, dentro do contexto da cultura Hiphop,  inspirou profundamente esta arte durante os anos 90.

Youth one , foi o nome que adoptou porque acredita que, " deve morrer velho com o espírito jovem”.

Frequentou a Faculdade de Belas Artes de Lisboa, e conta no seu currículo com a ilustração do CD dos Primitive Reason, com a criação de logos para várias marcas, e com a exposição de vários trabalhos em Portugal, Timor Leste e Austrália. Foi ainda mentor e fundador da banda de rap,  Mundo Complexo.

Foi nomeado em 2001, pelo livro "Tráfego" Porto Capital Europeia da Cultura, juntamente com Nomen (Graffiti) e Odeith (tattoagem), como uma das 100 personagens com mais destaque no mundo diverso das artes em Portugal.

Novembro 2014
Setembro 2014

Integrada nas inaugurações simultâneas de Miguel Bombarda, o Gallery Hostel apresenta no próximo dia 20 de Setembro de 2014, pelas 16h00, a exposição de Desenho e Ilustração por Teresa Rego.

Teresa Rego nasce no Porto em 1991. O Desenho sempre existiu perduravelmente num quotidiano de ideias. Os traços desenharam-se na direção da ilustração que durante anos sempre marcou o pensamento e a técnica e que se foi afirmando paralelamente aos estudos em Arquitetura.

Teresa Rego tem participado em exposições e mostras de ilustração em Lisboa, Guimarães, Braga, Aveiro, Penafiel e Matosinhos, concursos e eventos de divulgação de ilustração ligadas à Magnética Magazine, Closet Indie Store e Arte Viral.

As obras mais recentes em exposição foram realizadas durante o ano que esteve em Maribor, Eslovénia, onde participou também numa entrevista para a TV Catalã sobre um espaço de divulgação de artistas.

Esta exposição estará patente no Gallery Hostel até ao dia 07 de Novembro de 2014.

Julho 2014
Junho 2014
Maio 2014
Março 2014
Janeiro 2014

Francisco Urbano

Portugal, 1961
Curso de história de arte; Curso de pintura – Museu Soares dos Reis; Curso fotografia – Instituto
Português de Fotografia; Atelier Jorge Curval;
Artista de Serralves; Membro Coop. Actividades Artísticas Árvore; Membro Asociación
Internacional de Barcelona de Arte y Cultura Contemporânea AIBACC;
Artista residente na Londot Gallery, Cais Art’s e Atlântica;
Fundador e Coordenador do Grupo L’AGENZIA DI ARTE.
prémio destaque - I salão nacional de artes plásticas 2007;
vencedor concurso destaque – art portugal 2007;
menção honrosa – salão internacional de artes plásticas 2007 – brasil;
medalha de ouro 38º salon concours international – académie européenne des arts - 2008;
special distinction award – malta international art biennale 2009; prémio quadro bronze galeria
cais art’s 2012;


Mais de 150 exposições realizadas:
Galeria Cais Art’s; Câmara Municipal de Monção – Casa do Curro, Galeria do Café Majestic; Fundação Cupertino Miranda; Museu Armindo Teixeira Lopes; Galeria Rui Alberto; Teatro Rivoli; Artis; GóisArte; Agirarte; Museu Mãe D’Água; Casa da Cultura da Trofa; Museu Carmen Miranda; Londot Gallery; Puro Arte 2007 – Feira de Arte de Vigo – Espanha; Galeria Arte G; Galeria Lugar do Vinho; Galeria Atlântica; Mostra Kromakrea – Casa Galeria – S.Paulo – Brasil; 38 Salon Int L’Académie Européene des Arts – Bélgica; Museu de Lamego; MIAB – Madeira International Art Biennal; Galeria O+O – Valência – Espanha, Malta International Biennal, Museu Grão Vasco, Cake Parade 2009 – Portalegre, Galeria Geraldes da Silva – Porto, Galeria 74 – Porto, Galeria Chroma – Vigo, Mundiart – Rio de Janeiro – Brasil, Red Gate Gallery – Londres, Club Financiero de Vigo, Espanha, Magma Museum, Itália, Museu de Portalegre; I salon AIBACC – Barcelona, Espanha; FAIM – Feria de Arte Internacional de Madrid, Espanha; Galeria van Golik (Polónia); Fiarte – Feria Internacional de Coimbra, II Bienal Internacional de Pintura – Fundação Rotária Portuguesa; Art for Heart, Hannover, Alemanha; Museu de Conímbriga, Museo Nazionale Venezia, Italia; Museu Casa da Luz, Funchal; 2ª mostra porto 2012; Trienal Movimento DESENHA’12 – Casa-Museu Abel Salazar; Plural Out Project- Museu Bienal de Cerveira; Crisolarte Galleries, Barcelona, Spain; Museu Santos Rocha, Figueira da Foz … e muitas outras...


“ A pintura de um criador pode ser reconhecível por diversos aspectos, como o assunto, a pincelada, a cor ou a
atmosfera obtida em cada trabalho. Na obra de Francisco Urbano há uma curiosa e rica combinação de
elementos. A síntese deles está na habilidade de transformar cada obra num particular realismo fantástico que
se basta em si mesmo. Ele parece ser um mundo à parte justamente pelo esmerado processo técnico presente
em cada composição”
Oscar D’Ambrosio
Crítico de Arte, Membro da Associação de Críticos de Arte, Mestre em Artes Visuais, Professor de Artes
Visuais, UNESP


bibliografia
“Pintando os Versos da Tela” de André Gaglione – 2011
“Questionarte” de José Neto e Aristides Meneses - 2010
“Mitos da Arte” de Ernesto Coelho da Silva – Chiado Editores 2009
“Catalogo delle Quotazioni 2009-2010” de Roberto Puviani – Casa Editrice Alba - Itália
“Revista de arte – artists & galleries promotion” – Londot Gallery

Setembro 2013

“Olho o Mundo que me rodeia.
Vejo para além do simples olhar.
Fotografo para partilhar o mundo que vejo."

É este o princípio do aprender a ver o Mundo que nos rodeia. E a registá-lo. Para cada um de nós, para os outros. Para todos. É também para isso que serve a Arte Fotográfica. É essa partilha que nos aproxima e enriquece. “

Patrícia Pereira- Aluna Secção de Fotografia

 Os Serviços Sociais, organização dos trabalhadores da CGD, visa promover a sua proteção nos domínios da saúde e das necessidades sociais. Neste âmbito, desenvolve atividades desportivas e culturais, apoiando os seus sócios e beneficiários na ocupação dos seus tempos livres e formação.

É aqui que se enquadra a temática da Fotografia e a criação de uma secção que lhe é especialmente dedicada e que visa, também o desenvolvimento do indivíduo na su dimensão social.

April 2013

BIOGRAFIA

Carlos Alberto Saavedra Machado Solano de Almeida, nasceu em Lisboa em 1949. De 1971 a 1973 cumpriu o Serviço Militar na Guiné. A sua Formação em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, é revelada pela firme estrutura do traço, que contudo vive em perfeita sintonia e constante cumplicidade com a emoção e a criatividade do artista.

Realizou a primeira mostra dos seus trabalhos em 1986, em Sintra. Até hoje partilhou já os seus trabalhos com o público em 21 Exposições Individuais de Tinta-da-china e Aguarela, 7 das quais apenas de Aguarela. Colaborou ainda com os seus trabalhos em 31 Exposições Coletivas e está presente em 9 edições Serigráficas.

“A escrita plástica de Carlos Solano de Almeida adequa-se pela precisão do traço e acertado rigor cromático. (….)

Nuno Lima de Carvalho
Diretor da Galeria de Arte do Casino do Estoril

 PORTO REFLECTIDO

O "Porto Refletido" é uma revelação do olhar único que a mestria e a sensibilidade rara de Carlos Solano trouxeram ao Gallery Hostel. O Porto é a pedra, a cinza da pedra ou da água escorrendo, matéria dos minutos de silêncio que, quando abeiramos o rio, nos revelam o tom raramente irado, tantas vezes calmo com que sempre se nos mostra em reflexos mansos, contemplados nas esteira do sonho partilhado de mão dada com a amena realidade de quem nos está próximo.

Tema desta exposição, o "Porto Refletido" nas noites que o mesmo um rio transporta até às cenas de um mar ou de uma cidade longínqua, ou de uma mesa que nos espera, reflete também o nosso olhar e o nosso desejo.

Junho 2013
Março 2013

A exposição colectiva patente no Gallery Hostel durante a Primavera será uma celebração da Natureza, com a obra de Rita Stravinsky e de Aurélia Brysch a tomar a liderança neste tópico. Também nesta mostra estará o colectivo VHS #17 Fanzine que pretende explorar a edição independente em todas as suas vertentes e apresentará um trabalho multidisciplinar no espaço do Hostel onde também terá à venda as suas publicações VHS.

- Secret woods

"Reflexão fotográfica sobre a relação entre o corpo e a natureza como envolvência
essencial. Um apelo ao elementar com referência a um mundo de fantasia. Projecto
onde a sugestão se sobrepõe à imposição, permitindo aos personagens interacções
improvisadas."

- Silêncio Verde

"Nesta exposição quis juntar um pedaço da natureza, a pedaços da literatura portuguesa, juntar um olhar a um refletir.
Raízes sinuosas, ramos retorcidos, troncos enrugados, as podridões da floresta são esculturas naturais com uma beleza oculta que desperta um segundo olhar. Essa beleza quis retê-la em fotografia, associá-la a textos de escritores portugueses e mostrar que, também eles, algures, em algum tempo, no mundo real ou imaginário partilharam um olhar semelhante.
Apoio-me, então, em duas artes: a fotografia e a escrita. No texto, pinto a imagem com palavras; na fotografia, dou voz ao silêncio.
Hoje, aqui, o silêncio é castanho, negro — mas pode sempre voltar a ser verde."

VHS #17 FANZINE

"Somos gente do bem, jovens fruto de uma geração que conseguiu levar a cabo importações tão eclécticas como as comédias românticas de domingo à tarde, os bailes de finalistas, o Halloween, a política neo-liberal americana e iguarias marroquino-colombianas que possibilitam aguentar tudo isto e muito mais.

Deste paradigma nascemos nós, oriundos das mais diversas áreas artísticas para, bi-mensalmente e com a colaboração de diferentes artistas, vos providenciarmos diversas abordagens de uma temática mutável, tudo enfiadinho numa caixa VHS."

Janeiro 2013

A natureza do Processo criativo de Alexandre Rola assenta na apropriação, descontextualização e reinterpretação de objectos humildes e pouco convencionais existentes no quotidiano como a utilização dos cartazes publicitários que invadem as nossas cidades sem pedir permissão.

A temática que Alexandre Rola aborda prende-se com pessoas ou grupos marginalizados pela sociedade, com o nomadismo que, por vezes, se encontra de mãos dadas. Esta exposição “Panem et Circenses: Liberdade como possibilidade de isolamento” é reflexo destas preocupações do artista como é o caso dos sem abrigo ou dos artistas circenses.
 

Novembro 2012

Infâncias que se perderam. Dias que passam sempre iguais.
Almas vencidas por sonhos deixados nas esquinas da vida.

Rostos cobertos de rugas. Sinais dos tempos e do negrume das vidas cheias de solidão.

Mágoas acariciadas por vinhos rubros de abandono em Invernos
frios de águas que lavam as últimas manchas de pecado, de
conversas à beira do rio. Rotinas de pregões que ecoam no ar,
vivências que não se concretizaram e de emoções que nunca se
sentiram.

Rugas de sabedoria, repletas de Vidas Sofridas...

 Luís Reina

Setembro 2012

Com a exposição IMPESSOAL o Gallery Hostel volta ao espectro da Arte Urbana numa exposição que pretende reflectir a dimensão pessoal da obra de arte, não apenas entre Bordalo II & Ontsk mas provocar também no público essa reflexão.

O espectador é convidado a entrar num mundo pessoal, o dos artistas, a explorar a sua obra, os seus ideais, diálogos e mensagens e a sentir-se confrontado com a realidade de ser apenas capaz de percepcionar o “odor” subjectivo que elas proporcionam e menos a essência do mundo de onde surgiram.

IMPESSOAL é uma janela, que transparece a relação entre a obra e o observador e a necessidade deste ir além do primeiro olhar. Bordalo II explora na sua obra o espaço que o rodeia através do volume e da matéria, recolhendo sobras da sociedade contemporânea. Ontsk explora também o espaço através da criação de uma ilusão própria através de uma volumetria irreverente. Ambos exploram contrastes cromáticos insolentes que unem Bordalo II & Onstk de uma forma orgânica.

Junho 2012

O projeto "Ruin'Arte", é uma forma de chamar a atenção à degradação do património arquitetónico deste País à beira mar plantado, são pedaços de história perdidos, são almas penadas do nosso passado.

Ruin'Arte é o lado romântico que cada ruína transporta, é uma história mal acabada, arquitetura desleixada, cultura mal amada, património incompreendido, paisagens sem sentido.

São ruínas industriais, urbanas, clericais, palacianas, rurais, humanas. Procuramos desta forma denunciar e catalogar alguns exemplos dramáticos, que testemunham a falta de atenção que o património arquitetónico tem sido alvo ao longo de várias gerações.

Não pretendemos apenas focar as nossas atenções na arquitetura "erudita", a história não se centra só em edifícios nobres, há casas de pastoreio, fábricas, moinhos, chalets, quintas, unidades militares e outro tipo de "monumentos" que igualmente merecem a nossa atenção. Obviamente devemos enfatizar casos mais graves como palácios, paços reais, castelos, mosteiros e conventos.

Com este trabalho não queremos ofender suscetibilidades, porque a culpa já vem de várias gerações... não é um caso de política mas de falta de sensibilidade histórica, um comportamento que é apanágio da nossa nação e que pretendemos ajudar a reverter com esta iniciativa.

Abril 2012

Mr. Dheo esteve sempre ligado à arte. Aos três anos de idade começou a copiar frases de jornais e revistas e a desenhar sozinho. Rejeitando sempre qualquer tipo de envolvência numa escola ou curso de arte durante a adolescência, desenvolveu as suas próprias técnicas. O que lhe permitiu registar uma evolução sem influências diretas.

Como autodidata, o seu primeiro contacto com o graffiti surgiu aos quinze anos e rapidamente os seus desenhos se transformaram em inúmeros estudos de letras. Já lá vão quase doze anos.

Hoje Mr. Dheo colabora com conhecidas marcas e empresas internacionais apesar de eleger a rua como o local perfeito para criar. Versátil, Dedica-se sobretudo a produções foto realistas que, conjugadas com componentes gráficas, lhe conferem um estilo próprio em constante crescimento e desenvolvimento.

Março 2012

Esta exposição é uma alegria para o olhar e uma explosão, em barro, do mundo vegetal.
Ficamos presos às simetrias e assimetrias das suas flores, às cores ensolaradas dos seus vidrados e ao movimento subtil das suas formas.
As peças vibrantes e coloridas de Maria João Ribeiro dão vida e acrescentam humor a objetos triviais.

Janeiro 2012

A Fotografia é a arte da cor e do instante.

Estas são fotografias com datas, tamanhos, cores, temas e motivos bem distintos. Apenas confluem na sensibilidade do fotógrafo, em momentos descobertos e em instantes apetecidos, revelando, talvez, uma inevitável e involuntária autobiografia. As cidades, os espaços refletidos, os ambientes invadidos, as atmosferas respiradas, os recantos espreitado, a gente que a gente vê. Um simples olhar...

As imagens têm, portanto, um espaço, um tempo, uma memória. São o resultado de viagens várias, à procura de outros espaços, outros tempos, outro mundo. Um mundo cada vez mais pequeno, cada vez mais perto, cada vez mais aliciante.

Em todos os lugares que visito deixo um pouco de mim: mas trago comigo um pouco deles também.

Novembro 2011

Tiago Feijoo explora a complexidade da mente humana que a sua obra reflete sobre a orgânica e a metafísica a que ligam as emoções, promovendo a auto-reflexão e um olhar atento ao que nos rodeia.

A exposição “Figuraciones del amor” de Tiago Feijoo possui algumas das suas obras mais complexas e de aparente abstração que assumem a forma de estudos científicos sobre o cérebro e a mente. A sua atração pelo universo médico e científico torna-se evidente ao observar-mos a sua obra. É uma experiência para os sentidos.

Julho 2011

Para comemorar a abertura do Gallery Hostel, a exposição "A Prieto e a Cores no Porto" é um convite a escutarmos os nossos sentidos.

Alexandra Prieto cria um mundo imaginario repleto de multiples significados transportando-nos por uma viagem ao sabor da arte... E se a arte se pode saborear, sera que tambem se pode calçar?

Alexandra Prieto nasceu em Lisboa, em 1977. Licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e com o curso de Desenho da Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa, expõe desde 1993 em várias galerias de Lisboa e do país.

Faça parte da família GH